A BlackRock registrou lucro líquido de US$ 1,914 bilhão no segundo trimestre de 2026, um aumento de 20% sobre o mesmo período do ano passado. A gestora de recursos informou que os ativos sob gestão atingiram um nível recorde de US$ 15,345 trilhões, avançando 22% em relação ao ano anterior.
A receita total da companhia somou US$ 7,084 bilhões entre abril e junho, crescendo 31% anualmente, acima da projeção de US$ 6,727 bilhões. Esse crescimento foi impulsionado pela valorização dos mercados, pelo avanço orgânico das taxas de administração e pela expansão da receita de tecnologia e assinaturas.
O lucro líquido por ação ajustado alcançou US$ 13,91, superando a estimativa de analistas da FactSet, que previa US$ 12,70. No período, a empresa captou US$ 191,7 bilhões líquidos, elevando o volume captado no primeiro semestre para US$ 321 bilhões, um novo recorde.
Laurence Fink, presidente e CEO da BlackRock, declarou que os fundamentos dos mercados permanecem sólidos. Ele explicou que o crescimento da empresa se sustenta pelo fortalecimento dos relacionamentos com clientes e pela crescente adoção de soluções de tecnologia e inteligência artificial (IA).

