Um médico e professor universitário criticou o desempenho da Seleção Brasileira após a derrota, alegando falta de garra e comprometimento. Segundo o autor, o mau resultado reflete a desorganização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O autor argumenta que a postura de garra, típica do futebol gaúcho, pode ter raízes na resistência dos índios charruas, que habitavam os pampas no sul do Brasil, Uruguai e norte da Argentina. Contudo, ele aponta que essa característica foi enfraquecida pela chegada de jogadores estrangeiros, que priorizam o aspecto financeiro em detrimento da identidade nacional.
A crítica se estendeu à atuação da Seleção na Copa, onde faltou, segundo o especialista, espírito de luta e vigor no campo. O desempenho insatisfatório é visto como reflexo da má administração da CBF, órgão frequentemente envolvido em denúncias de corrupção.
Um fato noticiado internacionalmente foi o retorno da equipe ao Brasil com apenas um jogador no voo fretado de 26 convocados. A imprensa internacional criticou a falta de liderança e união. O autor concluiu que a derrota ocorreu por falta de “garra, camisa e comprometimento!”.

