Comunidades católicas ultratradicionalistas, como a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX), voltaram ao debate nacional após o Vaticano excomungar cinco sacerdotes e reconhecer como cismática uma de suas comunidades no Brasil.
O rito religioso praticado por esses grupos segue o modelo abandonado pela Igreja Católica após o Concílio Vaticano II, período de reforma ocorrido entre 1962 e 1965. Em locais como Niterói, no Rio de Janeiro, fiéis participam de celebrações onde o padre inicia o rito em latim.
A FSSPX é citada como um grupo tradicionalista que se mantém ativo. O reconhecimento de cisma por parte da Santa Sé e a excomunhão de sacerdotes colocaram a questão desses grupos no centro da discussão religiosa no país.

