A universalização do acesso à água tratada e ao esgoto no Brasil exige planejamento de longo prazo e segurança regulatória para cumprir as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento até 2033. O desafio, discutido em evento promovido pela Turner & Townsend, aponta que a expansão dos serviços depende de condições favoráveis para investimentos.
O acesso a esses serviços básicos é fundamental para a saúde e dignidade da população, mas milhões de brasileiros ainda convivem com a falta deles, o que impacta o desenvolvimento social e econômico do país. Para reverter esse quadro, o novo Marco Legal estabeleceu metas ambiciosas de universalização até 2033.
Durante o evento “Desafios 2026 e Visão 2030”, a diretora-executiva de Operações da Iguá Saneamento, Paula Violante, afirmou que o sucesso da universalização depende da construção de um ambiente mais previsível para o setor. Ela disse que é necessário ter licenciamentos mais ágeis e condições para investimentos sustentáveis no longo prazo.
Violante comentou que a ampliação do acesso à água e ao tratamento de esgoto vai além da infraestrutura, pois significa reduzir desigualdades e levar dignidade às famílias. A empresa global Turner & Townsend, promotora do debate, atua com gestão de projetos e análise de riscos em diversos setores da América Latina.

