A Figma apresenta potencial de valorização, segundo análise de mercado, com um preço-alvo de US$ 30,56 nos próximos 12 meses. O potencial de alta de 30,04% é fundamentado no crescimento de receita de 46% registrado no primeiro trimestre de 2026 e na reconstrução da avaliação da empresa.
A empresa sofreu um forte recuo, caindo 79,65% no último ano e 37,12% no ano até a data, após atingir um pico de US$ 142,92. Contudo, os fundamentos recentes indicam uma mudança de tendência. A receita do primeiro trimestre de 2026 alcançou US$ 333,44 milhões, um aumento de 46% em comparação com o ano anterior, embora tenha registrado um prejuízo líquido GAAP de US$ 142,4 milhões, majoritariamente devido à compensação baseada em ações.
O otimismo dos analistas se baseia no crescimento acelerado e no potencial de domínio de categoria, especialmente com a integração de ferramentas de design nativas em inteligência artificial. Enquanto concorrentes como a Adobe crescem 13%, a Figma cresce mais de três vezes mais rápido, embora com um múltiplo de vendas maior. A projeção de longo prazo da análise aponta para um valor de US$ 62,00 até 2030, assumindo crescimento anual entre 25% e 35%.
Apesar do cenário positivo, existem riscos. A empresa negocia com um múltiplo de vendas de 10,76x enquanto opera com prejuízo, e houve vendas de ações por parte do CEO em maio de 2026. A próxima divulgação de resultados está prevista para 5 de agosto de 2026.

