A Copel aprovou, nesta quarta-feira (15), uma nova política financeira que estende o prazo para atingir a meta de endividamento de 24 para 48 meses. A mudança visa assegurar alocação de capital sustentável e preservar a solidez financeira da empresa.
A nova diretriz estabelece que a relação entre dívida líquida e Ebitda, indicador de geração operacional de caixa, deve convergir para 2,9 vezes. Anteriormente, a meta era de 2,8 vezes, e a margem de tolerância foi alterada de 2,5 a 3,1 vezes para 2,6 a 3,2 vezes.
Segundo a Copel, a atualização busca garantir o retorno aos acionistas e as oportunidades de investimento. A distribuição anual de proventos continuará atrelada ao nível de alavancagem definido, com pagamento mínimo de 75% do lucro líquido.
A empresa, que era estatal do Paraná, foi privatizada em 2022. A operação foi finalizada em agosto de 2023, movimentando R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 3,1 bilhões foram destinados ao governo paranaense.

