Os Estados Unidos decidiram impor uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros exportados, o que gerou reações imediatas no Congresso Nacional. A medida, proposta em 1º de junho de 2026, foi apresentada pelo governo norte-americano como resposta a práticas comerciais injustas brasileiras.
Aliados do Palácio do Planalto classificaram a decisão como “agressão”. A deputada federal Marina Silva declarou que as taxas “ameaçam empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos 2 países”. Ela afirmou que o Brasil deve responder com firmeza, utilizando a Lei de Reciprocidade e os instrumentos da Organização Mundial do Comércio.
O líder do governo na Câmara, Pedro Uczai, disse que as tarifas são “um ataque ao Brasil, promovido pelo governo Trump e articulado por Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro”. Ele informou que o Planalto aplicará a Lei da Reciprocidade para defender os interesses nacionais.
A oposição reagiu ao comunicado do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Um líder do PL no Senado afirmou que o governo Lula transformou a política externa “em instrumento de militância ideológica, ignorando as negociações com os Estados Unidos”. A tarifa foi resultado da investigação da Seção 301, que apontou temas como Pix e desmatamento ilegal como alvos da apuração.

