Antes da popularização da computação em nuvem, as empresas que buscavam crescimento digital dependiam de servidores físicos. Esses equipamentos eram volumosos, caros e exigiam manutenção constante, forçando as companhias a adivinhar a demanda futura.
Os sistemas de computação da época ocupavam salas inteiras. Os equipamentos eram descritos como volumosos, ruidosos e inacessíveis ao público geral. As empresas precisavam adquirir, instalar, refrigerar e manter esses servidores, além de fazer projeções sobre o número de usuários.
A previsão de capacidade apresentava riscos significativos. Se a estimativa fosse baixa, o serviço colapsaria no momento do sucesso. Se o cálculo ultrapassasse a realidade, o excesso de investimento, que atingia dezenas de milhares de euros, poderia inviabilizar o projeto antes de ele decolar.

