O ministro de Transportes, Óscar Puente, incentivou o ex-presidente Carles Puigdemont a retornar à Espanha após o aval do Tribunal de Justiça da União Europeia à lei de anistia. Puente afirmou que o retorno seria um gesto de liderança política, segundo ele.
A declaração ocorreu em entrevista a veículos de comunicação. O ministro disse que, se fosse o ex-presidente, voltaria ao país sem hesitação, considerando o ato como um gesto de liderança política.
Em outra frente, a diretora da Guardia Civil, Mercedes González, retornará à Audiencia Nacional para declarar como investigada no caso Leire. Seu interrogatório foi adiado após ela e o diretor adjunto operacional (DAO), Manuel Llamas, comparecerem, prolongando a sessão por duas horas e meia.
A declaração de González na sexta-feira coincide com a de Llamas no Senado. Ele foi convocado pelo PP para esclarecer a abertura de expedientes contra membros da UCO envolvidos em investigações que afetam o governo e o entorno de uma figura política, o que levou à investigação de ambos no caso Leire.

