Mais de 3 milhões de americanos com 62 anos ou mais carregam empréstimos estudantis federais, um número que cresceu desde 2018. Esses indivíduos enfrentam o dilema de solicitar benefícios do Social Security cedo ou adiar, enquanto lidam com dívidas que podem chegar a quase US$ 500 mil.
O problema se agrava com o custo dos empréstimos. Um engenheiro, por exemplo, viu um saldo de dívida inicial de US$ 114 mil crescer para perto de US$ 500 mil, com parcelas mensais projetadas em cerca de US$ 3.000. A aposentadoria tradicional torna-se inviável para muitos, segundo relatos da imprensa internacional.
A decisão sobre a idade de solicitação do Social Security é crítica. Pedir o benefício aos 62 anos, em vez de esperar a idade de aposentadoria completa (FRA) de 67 anos, resulta em uma redução permanente de até 30% no valor mensal. Esperar até os 70 anos pode elevar o benefício acima de US$ 3.000, mas o atraso gera um custo de oportunidade.
Além disso, o não pagamento de empréstimos federais pode acionar o desconto do Tesouro, desviando parte do benefício mensal para o Departamento de Educação. A imprensa aponta que trabalhar mais anos pode ajudar, pois gera renda para cobrir parcelas sem tocar no benefício, e adia o pedido do Social Security.


