A cerca que dividia o Campo de Gibraltar, que impunha controle de passaporte a milhares de trabalhadores, foi removida definitivamente após 117 anos. A volta à linha fronteiriça praticamente livre encerra a última fronteira física da Europa continental.
A remoção da barreira no Peñón proporciona um ambiente de estabilidade e segurança a um território envolvido em conflito de soberania. O fechamento total da fronteira ocorreu por 13 anos sob a ditadura franquista.
A queda da barreira é considerada um avanço para a região, especialmente em um contexto global de multiplicação de muros e cercas. A situação restabelece a condição da fronteira como era até 17 de fevereiro de 1909.

