O Ibovespa fechou quase estável nesta sexta-feira, caindo 0,06% para 173.714,08 pontos, e acumulando declínio de 2,33% na semana. A Petrobras atuou para atenuar a pressão negativa, principalmente vinda dos bancos, mas o índice confirmou sua primeira perda semanal em um mês.
O volume financeiro da sessão na B3 somou R$ 23,86 bilhões. O desempenho do mercado brasileiro ocorreu em meio a um cenário negativo no exterior, onde o S&P 500 recuou 1%, pressionado por quedas em ações de fabricantes de chips. Além disso, a alta do petróleo, motivada por ataques entre Estados Unidos e Irã e ameaças no Estreito de Ormuz, beneficiou as petrolíferas, mas gerou receios inflacionários.
Na pauta doméstica, o IBC-Br, indicador do Produto Interno Bruto calculado pelo Banco Central, sinalizou uma desaceleração na atividade econômica brasileira em maio, um resultado ligeiramente abaixo do esperado. Economistas do Bank of America comentaram que a atividade econômica tem oscilado desde fevereiro de 2026. O banco projetou crescimento do PIB de 2,3% para 2026 e previu mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic em agosto.
Entre os destaques, Petrobras (PETR4) subiu 2,53% e Petrobras (PETR3) avançou 2,62%, impulsionadas pela alta do barril do Brent, que fechou em US$ 88,10. Em contraste, bancos como Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 1,39%, enquanto Bradesco (BBDC4) recuou 0,65% e Banco do Brasil (BBAS3) cedeu 1,3%.

