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Leitura: Defesa alega desconhecimento de piloto suspeito de transportar cocaína
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Justiça

Defesa alega desconhecimento de piloto suspeito de transportar cocaína

Carla Fernandes
Última atualização: 17 de julho de 2026 18:40
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A Justiça de Goiás converteu em preventiva a prisão em flagrante de um piloto acusado de transportar mais de 300 kg de cocaína em aeronave que pousou forçadamente em Itarumã. A defesa do acusado afirmou que ele desconhecia a natureza ilícita do material transportado.

O advogado de defesa, Luís Henrique Viana dos Reis, declarou que o piloto não tinha conhecimento sobre a carga, desconfiando apenas de produtos como canetas ou emagrecedores. Segundo Viana, o acusado não possui registro de antecedentes criminais, tem residência fixa e atividade remunerada lícita.

A defesa utilizou o conceito doutrinário de “mula do tráfico”, explicando que essa figura é alguém que presta serviço sem conhecer o proprietário da droga ou a organização criminosa. O advogado mencionou que tribunais superiores têm aplicado regime semiaberto diante da menor gravidade da inserção nas atividades criminosas.

Os familiares que prestaram socorro no local foram liberados pela Polícia Federal. O advogado informou que a defesa aguarda a distribuição do processo à comarca de Caçu para solicitar liberdade provisória ou um habeas corpus, sugerindo monitoramento eletrônico como alternativa à prisão.

TAGGED:cocaínaGoiásJustiçaPilotoprisão preventivaTráfico de Drogas
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