O herpes-zóster, infecção causada pela reativação do vírus varicela-zóster, afeta cerca de um em cada três pessoas ao longo da vida, segundo o Centers for Disease Control and Prevention (CDC). A doença, mais comum em idosos, exige atenção à prevenção, sendo a vacinação recomendada a partir dos 50 anos.
A condição surge quando o vírus da catapora, que permanece no organismo após a infecção inicial, volta a se manifestar, principalmente em indivíduos com redução da imunidade. A infecção pode se apresentar com dor, ardência ou formigamento em uma região específica, evoluindo para pequenas bolhas agrupadas em faixa, restritas a um dos lados do corpo.
Além das lesões cutâneas, o herpes-zóster pode gerar complicações sérias. A infecção pode comprometer os olhos e provocar alterações neurológicas. Estudos apontam também uma relação com o aumento temporário do risco de eventos cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), nos meses seguintes ao episódio.
Especialistas afirmam que a vacinação é a principal estratégia de prevenção, pois reduz a probabilidade de desenvolver a doença e diminui o risco de complicações, como a neuralgia pós-herpética. A recomendação médica deve considerar idade e histórico de saúde do paciente.

