Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, afirmou neste sábado (18) que, se eleito, pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. O político mineiro também apresentou propostas de segurança pública que incluem o uso das Forças Armadas no combate ao crime organizado.
Em seu discurso no 10º Encontro Nacional e Encontro Estadual do Partido Novo, realizado em São Paulo, Zema detalhou seu plano de segurança. Segundo ele, a atuação contra o crime organizado terá três frentes principais: retomar territórios dominados por facções, classificar esses grupos como organizações terroristas e estabelecer pena mínima de 25 anos para crimes cometidos por eles.
O pré-candidato declarou: “Temos um plano implacável com três grandes missões: retomar territórios entregues ao crime e a soberania do Brasil. Para isso, vamos envolver as Forças Armadas e o governo federal. Vamos classificar as facções como terroristas. E vamos estabelecer pena mínima de 25 anos para crimes cometidos por facções”.
Na esfera econômica, Zema reiterou a defesa da venda de estatais. Ele afirmou que o processo começará com a Petrobras e o Banco do Brasil, com o objetivo de “construir o futuro do Brasil”, e não apenas cobrir despesas governamentais.

