A Fifa deve reavaliar a manutenção das pausas para hidratação em futuras edições da Copa do Mundo após o torneio de 2026. Arsène Wenger, chefe de desenvolvimento global de futebol da organização, disse que a medida, criada para proteger os atletas, não foi aceita de forma unânime.
Wenger afirmou que a organização precisa analisar o impacto da pausa após a Copa do Mundo. A medida, que ocorre na metade de cada tempo, inclusive em temperaturas amenas, gerou críticas. Em partidas realizadas em arenas cobertas, houve insatisfação entre o público.
Entre os questionamentos levantados, estava a alegação de que a iniciativa servia como oportunidade de faturamento com publicidade. Wenger também defendeu a ampliação do número de seleções de 32 para 48, afirmando que a decisão foi eticamente necessária.

