A FIFA irá reavaliar a manutenção das pausas obrigatórias de hidratação durante a Copa do Mundo de 2026. Arsène Wenger, chefe de Desenvolvimento Global do Futebol da entidade, afirmou que a medida, aplicada em todos os jogos, não foi aceita de forma unânime pelo público.
A entidade determinou pausas de três minutos na metade de cada tempo, independentemente das condições climáticas. A justificativa oficial foi proteger o bem-estar dos atletas. Contudo, críticos apontaram que as interrupções poderiam gerar aumento de receita publicitária.
O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, defendeu o uso das pausas, explicando que elas oferecem um breve descanso para os jogadores competirem em alto nível sob altas temperaturas. Wenger comentou que a análise do impacto ocorrerá após o término do torneio.
Além disso, Wenger defendeu a ampliação do Mundial de 32 para 48 seleções, classificando o novo formato como um sucesso ético, apesar dos questionamentos prévios.

