Investigações apontam que o crime organizado na América Latina utiliza a política como fonte de lucro, superando o potencial de rotas de tráfico ou contrabando. As economias ilegais intervêm antes das eleições, financiando campanhas e controlando instituições.
O crime organizado na América Latina identificou a política como um investimento mais rentável que o tráfico de drogas, a exploração de minas ilegais ou redes de contrabando. A atuação dos grupos criminosos ultrapassa a pressão política tradicional sobre autoridades eleitas.
As economias ilegais buscam agora intervir antes do pleito. Elas financiam campanhas, impõem candidatos, controlam territórios ou capturam instituições por dentro, segundo o relatório.

