A Apple fechou em um novo recorde histórico, negociando a US$ 333,26, após alta de 5,39% na semana e 22,81% no ano. Analistas de mercado apontam potencial de alta adicional, com projeções que chegam a US$ 380,43, impulsionadas pelo crescimento de serviços e pela inteligência artificial.
A empresa registrou US$ 111,2 bilhões em receita no trimestre de março, um aumento de 16,6% em relação ao ano anterior, e obteve lucro de US$ 2,01 por ação, superando a expectativa de mercado. A receita do iPhone atingiu US$ 56,99 bilhões, sustentada pela demanda do modelo 17, enquanto a área de Serviços alcançou US$ 30,98 bilhões.
Um fator relevante foi a aprovação do governo chinês, em 16 de julho de 2026, para o lançamento de recursos de Apple Intelligence com parceiros Alibaba e Baidu. Essa notícia elevou o valor das ações em 4,2% em uma sessão. A receita da China Grande recuperou-se para US$ 20,50 bilhões no trimestre de março.
Os otimistas baseiam suas projeções no crescimento contínuo dos serviços, nos avanços do iPhone 18 e na monetização da Apple Intelligence. Um alvo de US$ 363,77 foi estabelecido, indicando um potencial de alta de 9,15% no próximo ano. Contudo, há riscos, como o alerta de analistas sobre ciclos de substituição e a ação judicial da empresa.

