A primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, tem seus gastos analisados em coluna de economia, que detalha custos de sua equipe e viagens internacionais desde janeiro de 2023. A reportagem aponta que a assessoria possui um custo médio de R$ 160 mil mensais e que ela visitou cerca de 38 países.
A coluna informa que a assessoria da primeira-dama conta com uma equipe de doze pessoas, gerando um custo médio estimado de R$ 160 mil por mês. O texto compara esse valor ao custo de manter cerca de trinta e um professores da rede pública. Além disso, foram citadas viagens internacionais, com a primeira-dama tendo visitado 38 países nos últimos quatro anos, número superior ao de seu marido.
Um evento realizado em 2024, o Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, no Rio de Janeiro, recebeu aporte superior a R$ 83 milhões de estatais. O Tribunal de Contas da União iniciou investigação sobre o tema, mas o assunto não avançou. A coluna também mencionou um incidente em que a primeira-dama xingou um empresário em evento produzido por ela.
A matéria destaca que críticas aos gastos e viagens são rotuladas como “misoginia”. O texto questiona se o uso do gênero como pretexto para impedir opiniões configura um tipo de censura, dado o histórico da primeira-dama como defensora de leis que equiparam misoginia ao racismo.

