Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: João Bosco une técnica erudita à alma brasileira
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

João Bosco une técnica erudita à alma brasileira

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de julho de 2026 00:20
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

João Bosco consolidou sua trajetória ao fundir a técnica musical erudita com a expressividade da cultura brasileira. O compositor, que teve sua estreia notável em 1972, é celebrado por fazer o violão soar como a própria memória do país.

A trajetória do artista ganhou destaque em 1972, quando um compacto encartado em jornal apresentou a primeira gravação de “Águas de Março”, de Tom Jobim, e “Agnus Sei”, de João Bosco e Aldir Blanc. Esse lançamento apresentou ao público uma música que se tornaria um clássico e lançou o compositor ao cenário da MPB.

Sua formação técnica incluiu o estudo de Villa-Lobos e a obra de Bach, o que lhe permitiu incorporar o contraponto e a independência das vozes no violão. O compositor explica que o segredo de sua obra não reside apenas na técnica, mas no ritmo, afirmando que “O ritmo vem antes da harmonia. Primeiro nasce o corpo da música; depois, as notas encontram seu lugar.”

A genialidade de sua música foi defendida por ele mesmo, ao explicar que a repetição em composições como “De Frente pro Crime” criava uma “espiral hipnótica”, sustentando a narrativa de Aldir Blanc. O violão de João Bosco, segundo o autor, não demonstra habilidade, mas sim ressoa como “memória, como história, como o Brasil falando por cordas de aço.”

TAGGED:Aldir BlancJoão BoscoMPBMúsica Brasileiramusica-eruditaviolao
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Trump prepara novos impostos em guerra comercial
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?