A Espanha conquistou a Copa do Mundo, com Rodri eleito o melhor jogador e Lamine Yamal como símbolo de uma nova geração. Contudo, três dos cinco jogos do mata-mata foram decididos por jogadores que entraram no banco, como Mikel Merino e Ferran Torres.
Mikel Merino foi decisivo em duas eliminatórias consecutivas. Nas oitavas de final, contra Portugal, Merino, que entrou no segundo tempo, marcou aos 46 minutos, garantindo a vitória por 1 a 0. O mesmo ocorreu nas quartas de final contra a Bélgica, quando ele marcou aos 43 minutos da etapa final, após sair do banco.
Na decisão contra a Argentina, a estratégia de Luis de la Fuente utilizou reservas cruciais. Ferran Torres foi substituído no segundo tempo e marcou o gol da vitória aos 106 minutos, após uma participação de Nico Williams. Os dois jogadores envolvidos diretamente no lance decisivo haviam começado a partida como reservas.
A capacidade de De la Fuente foi demonstrada ao encontrar jogadores que ofereciam características distintas. Merino adicionava força física e jogo aéreo, enquanto Ferran atacava espaços com mais agressividade. Nico Williams aumentava a velocidade, e Pedri permitia mudar o ritmo da circulação de bola.

