Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a sessão de 17 de julho com leve baixa de 0,11%, atingindo 175.070 pontos. O mercado foi influenciado por tensões no Oriente Médio, que impulsionaram o petróleo, e pela aversão ao risco em bolsas americanas.
No Brasil, o Ibovespa manteve-se estável, beneficiado pela valorização das ações da Petrobras, que compensou a fraqueza do setor bancário. Para os traders, o foco permanece no comportamento das bolsas dos Estados Unidos e na trajetória do petróleo.
Em análise técnica de 15 minutos, o índice negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, sem direção clara. Para que a baixa se intensifique, é necessário romper a faixa de 174.830/174.515 pontos, visando alvos como 173.110/172.830 pontos. Por outro lado, a superação da resistência em 175.335/175.570 pontos pode impulsionar o índice até 177.730/178.080 pontos.
No gráfico diário, o cenário exige cautela, pois o índice fechou negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. A perda da região de 175.515/172.000 pontos pode intensificar a pressão vendedora, abrindo espaço para testes em 170.210/169.090 pontos. Em um horizonte de 60 minutos, a estrutura técnica permanece enfraquecida, com vendedores mantendo o controle até que suportes importantes sejam rompidos.

