O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, não compareceu à final da Copa do Mundo, realizada no último domingo, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A ausência do dirigente esloveno foi um protesto contra medidas adotadas pela FIFA, como a anulação da suspensão de um jogador americano.
A discordância da UEFA se estendeu a outros pontos. A entidade criticou a decisão da FIFA, classificando-a como “sem precedentes, incompreensível e injustificável”. Segundo a UEFA, quando a garantia do cumprimento das regras deixa de ser assegurada por seus próprios guardiões, a credibilidade da competição fica comprometida.
Além do caso do jogador, Ceferin manifestou oposição à inclusão de um show no intervalo da final, o que estendeu a pausa de 15 minutos para 27 minutos e 22 segundos. A UEFA informou que esse formato inédito não será adotado na Liga dos Campeões nem na Eurocopa.
Outras medidas da FIFA também foram alvo de críticas da UEFA, incluindo a proposta de ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções, os altos preços dos ingressos e o veto à entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos. Em resposta, a entidade convidou o árbitro para apitar a Supercopa da UEFA.

