O senador Flávio Bolsonaro decidiu abrir mão da equipe de segurança oferecida pela Polícia Federal durante a campanha eleitoral de 2026. Ele solicitou que os agentes fossem realocados imediatamente para as investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A decisão foi comunicada pelo senador em publicação em rede social. Flávio Bolsonaro pediu que os servidores da PF fossem destinados à investigação do roubo dos aposentados do INSS. Ele associou o pedido à informação de que a falta de efetivo teria atrasado a análise de materiais sobre o esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários.
O senador também mencionou o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, citado em depoimento sobre supostos pagamentos feitos por um empresário investigado. Flávio declarou que, se a justificativa oficial da PF para não investigar o citado foi a falta de efetivo, ele daria sua contribuição. A defesa do citado nega irregularidades.
Flávio Bolsonaro criticou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, alegando receio de que integrantes da instituição fossem infiltrados em sua campanha, embora não tenha apresentado provas. O pré-candidato afirmou que, caso eleito, pretende ampliar a autonomia e valorização dos policiais federais, fazendo com que agentes investiguem criminosos a partir de 2027.

