O Partido Democrático Trabalhista (PDT) anunciou, em sua convenção nacional realizada em Brasília, o apoio à pré-candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi aprovada por unanimidade dos presentes no evento, que contou com a presença de lideranças da sigla.
O PDT foi o primeiro partido a formalizar o apoio à campanha de Lula. Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, declarou que o ato representa um ‘reencontro com a nossa história’ e um reforço ao caminho político do partido. Lupi, que foi ministro da Previdência no terceiro mandato de Lula, deixou o cargo em maio de 2025 após a revelação de um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, comentou que as eleições seriam as mais importantes dos últimos anos. Segundo Silva, a vitória de Lula sinalizaria ao mundo a possibilidade de derrotar o fascismo e a ultra direita. Ele também criticou os Estados Unidos, afirmando que o Brasil ‘não é quintal nem puxadinho dos EUA’.
O líder do PDT na Câmara, deputado André Figueiredo (CE), afirmou que o partido retornou ao que é considerado o ‘PDT raiz’ após a saída de um ex-companheiro. A vice-presidente do PDT, Sírley Soalheiro, comentou que ‘quem saiu do partido é que perdeu’, enquanto Edvaldo Nogueira declarou que a aliança com Lula é necessária para enfrentar ‘a barbárie, a opressão, a corrupção e os desmandos’ do governo anterior.

