O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu o limite de gastos para os candidatos nas eleições de outubro. Os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) somam R$ 4,9 bilhões para os 30 partidos participantes. A Presidência da República terá um teto de R$ 133 milhões, distribuídos entre os dois turnos.
O limite para o primeiro turno presidencial foi fixado em R$ 88,9 milhões, enquanto o segundo turno permite gastos de até R$ 44,4 milhões. Os valores definidos pelo TSE não sofreram alteração em relação ao pleito presidencial de 2022. Para o governo do estado de São Paulo, o limite é de R$ 26,6 milhões no primeiro turno e R$ 13,3 milhões no segundo.
Os gastos de campanha incluem despesas com produção de comícios, gravações de vídeos e serviços de viagem. Candidatos que excederem o limite estabelecido pelo TSE podem ser condenados a pagar multa de até 100% sobre o valor excedente, além de serem processados por abuso de poder econômico.
As eleições terão o primeiro turno em 4 de outubro, com votação para diversos cargos. O segundo turno, se necessário, ocorrerá em 25 de outubro, caso nenhum candidato atinja mais de 50% dos votos válidos.

