A taça da Copa do Mundo permanece sob a guarda da FIFA até a edição de 2030, segundo o regulamento da entidade. Embora a seleção vencedora receba o troféu durante a cerimônia, ela fica com uma réplica oficial, pois o objeto original não integra o patrimônio do campeão.
Desde que a FIFA adotou o troféu atual em 1974, a peça original nunca foi entregue definitivamente a uma seleção. Diferentemente do que ocorreu com a Jules Rimet, que foi entregue ao Brasil após o tricampeonato de 1970, o regulamento estabelece que o troféu pertence permanentemente à organização. Após o período de premiação, o troféu retorna à FIFA, responsável por sua conservação e transporte.
O troféu, criado pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga, é feito em ouro maciço de 18 quilates e mede 36,8 centímetros. A base do objeto registra as edições, e especialistas apontam que os espaços para novas marcações podem se esgotar em 2038, conforme afirma o autor Lycio Vellozo Ribas.
A seleção campeã recebe uma réplica oficial, que possui aparência semelhante à original, mas não é feita de ouro maciço. O troféu original possui um valor estimado em dezenas de milhões de reais, sendo um dos objetos esportivos mais valiosos do mundo.


