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Economia

Alckmin define reciprocidade econômica como correção, não retaliação

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de julho de 2026 23:30
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira, 21, que a Lei da Reciprocidade Econômica não configura retaliação contra os Estados Unidos. Ele explicou que o instrumento visa corrigir injustiças comerciais, e não adotar uma postura de “olho por olho”.

Alckmin declarou em coletiva que a ideia da reciprocidade não é retaliação. Ele comentou que a lei permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais em resposta a ações unilaterais de outros países que prejudiquem a competitividade nacional. Segundo o vice-presidente, a medida serve para corrigir situações em que o país brasileiro é injustiçado.

Em relação aos setores atingidos pela tarifa de 25% aplicada pelo governo americano, Alckmin relatou que as empresas solicitaram a postergação do cumprimento das obrigações de drawback. O vice-presidente explicou que o adiamento daria mais seis meses ou um ano para que os produtos fossem recolocados no mercado exterior.

Além disso, os setores pediram crédito para o Plano Brasil Soberano, visando capital de giro e novos investimentos. Alckmin sustentou que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) terá papel importante na ampliação da competitividade dos produtos brasileiros e na busca por novos mercados.

TAGGED:AlckminbrasilComércio exteriorExportaçãoreciprocidade-economicatarifas
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