Trabalhadores na Espanha realizaram greves em maior número no primeiro semestre de 2026, com 323.400 afiliados à Segurança Social participando das paralisações. A medida resultou na perda de 649.600 jornadas de trabalho, um aumento expressivo comparado ao ano anterior.
O índice de paralisações cresceu mais de três vezes em relação a 2025, quando foram registrados 87.500 participantes e 204.700 jornadas perdidas. O aumento reflete a busca por melhores condições laborais por parte dos trabalhadores.
Os sindicatos relacionam esse crescimento a dois fatores principais. Primeiro, o aumento da conflituosidade em dois setores específicos: a saúde e a educação. Segundo, a ausência de um novo acordo nacional de convenções, o que dificulta a atualização de acordos coletivos e estimula as protestas.

