A Copa do Mundo de 2026 acelerou a adoção de inteligência artificial, sensores e análise de dados no futebol, segundo Arthur Igreja. O especialista afirmou que o torneio serviu como vitrine das ferramentas que definirão o esporte nos próximos anos, com avanços que chegam à Copa de 2030.
Igreja destacou que o torneio apresentou inovações como o sistema de impedimento semiautomático, a IA responsável pelos cálculos de jogadas e a coleta massiva de dados dos atletas. Ele explicou que a riqueza de informações pré e pós-jogo permite a análise de padrões de ataque e comportamento das seleções, dados que serão usados na preparação para o próximo evento.
Apesar do avanço tecnológico, o especialista ponderou que o excesso de dados pode reduzir a imprevisibilidade do jogo. Ele declarou que a tecnologia deve ser combinada com talento e improviso para manter a essência do futebol.
Olhando para 2030, Igreja citou o aumento de câmeras para reconstrução tridimensional e a possibilidade de imagens em primeira pessoa captadas por jogadores, algo viável com a miniaturização do hardware.


