Incêndios florestais no Canadá intensificaram-se em julho de 2026, enviando plumas de fumaça sobre os Estados Unidos e o Canadá. O evento afetou a qualidade do ar em ambos os países, com o carbono marrom, emitido pelos focos, sendo um componente do PM2.5.
A atividade de incêndios florestais no Canadá aumentou em julho de 2026, período em que ignições por raios costumam crescer, segundo previsões de agências de incêndios norte-americanas. A fumaça se espalhou sobre os EUA e o Canadá, impactando a qualidade do ar. O carbono marrom, aerossol orgânico emitido pelos incêndios, é um componente do PM2.5, tipo de poluição que pode agravar condições cardiovasculares e respiratórias.
Entre 14 e 20 de julho de 2026, a pluma de fumaça atravessou os céus da América do Norte, conforme dados do modelo GEOS. No início do período, mais de cento e oitenta incêndios foram registrados em Ontário e vários no norte de Minnesota. Os ventos levaram a fumaça para sudeste, e até 15 de julho, a qualidade do ar piorou de Ontário, no Canadá, até o Meio-Oeste e Nordeste dos EUA.
Nos dias 16 e 17 de julho, a qualidade do ar continuou a cair em diversas áreas, como Detroit, onde permaneceu na faixa perigosa por vários dias. Cidades como Toronto, Chicago, Nova York e Washington, D.C., registraram qualidade do ar de insalubre a perigosa. A fumaça continuou a afetar a região dos Grandes Lagos nos dias 19 e 20, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.

