O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter colocado em dúvida o sistema eleitoral brasileiro durante um encontro com diplomatas em Brasília, na terça-feira, 22. Em nota, ele afirmou que sua manifestação se limitou a defender o envio de observadores internacionais ao pleito nacional.
A declaração, divulgada após o evento “Debatendo o Brasil”, contou com a assinatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) e da advogada Maria Claudia Bucchianeri. A equipe do parlamentar sustenta que ele se limitou a relatar dois fatos públicos: o caso de inelegibilidade de seu pai e um relatório da CIA sobre fraudes eleitorais na Venezuela.
O senador declarou expressamente que “Não estou questionando o sistema de votação brasileiro”. Segundo o comunicado, o objetivo da fala foi incentivar missões de observação internacional, pois estas “contribuem para o aperfeiçoamento do processo eleitoral, ampliando a transparência, a integridade e a confiança pública nas eleições”.
Em uma nota anterior sobre o tema, Flávio Bolsonaro também reforçou que o convite a observadores internacionais segue prática de diversas democracias. Ele afirmou que o pedido não questionava o sistema brasileiro, mas pedia que os países enviassem o maior número possível de observadores para garantir eleições mais seguras.

