O ex-primeiro-ministro afirmou que o Supremo Tribunal não é imune a críticas, e que a função do presidente é representativa, e não política. Ele declarou que o presidente deve atuar como um ‘colhedor de coroas’, e não como um líder político.
Paroubek disse que a ideia de que o Supremo Tribunal não seria criticado é incorreta, pois ele próprio criticou o presidente do tribunal por anular uma lei constitucional. O ex-ministro explicou que, apesar de ter que aceitar a decisão do Supremo Tribunal, a crítica é um fato comum.
O ex-primeiro-ministro comentou que vários juízes agradecem o nomeamento do presidente e aguardam novas nomeações. Ele considerou a decisão do Supremo Tribunal que garantiu a participação do presidente em cúpula da OTAN em Ancara como definitiva, mesmo que o tribunal alegue que analisará o mérito em meses.
Paroubek acrescentou que o presidente frequentemente ultrapassa sua função. Ele explicou que a tradição do país define o cargo como representativo, e não como um papel político. O ex-primeiro-ministro classificou a decisão do presidente de entrar com uma ação de competência como “incompreensível”, sugerindo que conflitos devem ser resolvidos por acordo.


