A terapia aplicada à família Andic antes da morte do pai, ocorrida durante uma excursão na montanha de Montserrat, em Barcelona, está no centro de uma investigação judicial. O primogênito, Jonathan Andic, é investigado como suspeito do falecimento do pai.
A família havia procurado os serviços de uma terapeuta para melhorar a relação paterno-filial. Este profissional utilizava um método de “confrontação dialéctica”, que, segundo uma testemunha, incluía uma experiência extrema em um barranco.
Essa intervenção familiar peculiar reacendeu o debate sobre os riscos de recorrer a pseudoterapias para resolver problemas de saúde ou conflitos. A terapeuta não possuía registro profissional e seu método não apresenta evidência científica.

