O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, nesta quarta-feira (22), que seu escritório de advocacia tenha emitido R$ 1,5 milhão em notas fiscais para empresas ligadas à estrutura empresarial associada ao banqueiro Daniel Vorcaro. Ele afirmou que os serviços prestados foram legais e privados, e que as notas canceladas não geraram movimentação financeira.
O parlamentar declarou em vídeo divulgado em suas redes sociais que foi contratado para prestar serviços advocatícios a uma empresa, mas negou ter recebido recursos da Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. Ele explicou que a relação com a empresa era completamente legal e privada.
A alegação surgiu após reportagem que apontou que o escritório, do qual ele é o único sócio, emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para a Copenhagen em abril de 2025, as quais foram canceladas, além de uma terceira nota de R$ 500 mil para a Contábil Correa. Segundo a matéria, as empresas possuem conexão com a estrutura empresarial ligada a Vorcaro.
Bolsonaro afirmou que as notas fiscais canceladas “não movimentaram nada” e que não há qualquer irregularidade em sua atuação. Ele declarou: “As notas fiscais foram canceladas do meu escritório, portanto não movimentou nada, não tem prestação de serviço, não tem absolutamente nada de errado”.

