A Microsoft está priorizando a ‘segurança agentica’ como eixo de sua evolução tecnológica, segundo a vice-presidente executiva de Segurança, Hayete Gallot. A estratégia visa proteger ambientes corporativos contra ameaças avançadas de inteligência artificial, dado que atacantes também utilizam agentes de IA.
Gallot, que retornou à empresa em fevereiro de 2026 após experiência no Google Cloud, afirmou que a missão de sua área é garantir que a adoção de IA não comprometa a segurança. Ela declarou que as prioridades atuais são “se preparar para a IA, proteger a IA e proteger com a IA”.
A segurança agentica representa o foco da empresa, pois soluções atuais, como o Security Copilot, não oferecem a cobertura completa que uma plataforma agentica proporciona. Gallot explicou que essa abordagem transforma sinais complexos em um grafo útil, permitindo que sistemas tomem ações, como isolar um dispositivo, sem intervenção humana.
A empresa já possui um portfólio de segurança robusto, que cresceu de US$ 10 bilhões em 2021 para US$ 20 bilhões em 2023. Como passo inicial na área agentica, a Microsoft lançou o MDASH, um escaneamento multi-modelo, que já está disponível para clientes selecionados.

