A coparticipação de 20% do Medicare em serviços de transporte aéreo pode gerar custos financeiros significativos para beneficiários do Original Medicare. O sistema não estabelece um teto anual para essa despesa, o que pode resultar em contas de cinco dígitos após emergências médicas.
O Medicare cobre 80% do transporte aeromédico considerado clinicamente necessário, após o dedutível anual da Parte B, que foi estabelecido em $283 para 2026. Os fornecedores de ambulâncias são obrigados a aceitar o pagamento do Medicare, impedindo que cobrem valores superiores ao aprovado em um sinistro coberto.
Contudo, a coparticipação de 20% sobre os custos aprovados representa uma lacuna de cobertura. Auditorias federais indicaram que o custo médio de um transporte por helicóptero foi de cerca de $36.000. Nessa situação, a parcela não paga pelo Medicare pode somar entre $1.500 e $3.000 por voo, sem limite anual.
Para mitigar esse risco, existem duas soluções principais. O plano Medigap G cobre a coparticipação de 20% em serviços da Parte B, enquanto os planos Medicare Advantage limitam o custo anual de coparticipação. Além disso, programas de economia do Medicare podem proteger beneficiários com renda limitada.

