A Voepass declarou que sempre operou seguindo padrões de segurança internacionais após a apresentação do relatório final do Cenipa. O documento apura o acidente em Vinhedo, SP, em agosto de 2024, que resultou na morte de 62 pessoas.
A empresa reconheceu a queda como “o episódio mais difícil” de sua história, mas defendeu que a tripulação era experiente e devidamente certificada. Segundo a Voepass, os pilotos acumulavam mais de 5.000 horas de voo e possuíam treinamentos e acompanhamentos de saúde atualizados.
A companhia aérea citou que opera há mais de 30 anos no Brasil e detém a certificação IOSA desde 2012, um sistema internacional de excelência operacional avaliado pela Iata. A empresa afirmou atuar de forma transparente junto ao Cenipa e às autoridades públicas desde o início das apurações.
Em contraste, o relatório do Cenipa sinalizou que a aeronave partiu de Cascavel com dez itens em pane registrados na MEL. Além disso, os investigadores concluíram que a tripulação entrou em estado de “surdez e cegueira por desatenção” e não reagiu adequadamente aos alertas sobre acúmulo de gelo nas asas.


