O ex-presidente afirmou que joias encontradas em sua caixa forte foram um “presente de cortesia”, após ser imputado por suposto delito de tráfico de influências. As peças, avaliadas em 1,3 milhão de euros, foram localizadas em seu gabinete na rua Ferraz.
O ex-presidente foi registrado em seu gabinete em 19 de maio, no contexto de uma investigação por tráfico de influências. Em 17 de junho, ele compareceu à Audiencia Nacional para declarar perante o juiz, solicitando prazo adicional para explicar a procedência das joias.
O laudo pericial avaliou o conjunto de joias em 1,3 milhão de euros. O prazo concedido expirou sem que o ex-presidente apresentasse os esclarecimentos solicitados.
Em entrevista a veículos de comunicação, mais de dois meses após o achado, o ex-presidente respondeu à pergunta sobre a origem das peças afirmando que eram “um regalo de cortesía”. Ele assegurou ao juiz que detalharia a situação posteriormente.

