O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a eficácia do arcabouço fiscal nesta sexta-feira (24) em São Paulo. Ele rejeitou críticas que ligam linhas de crédito governamentais a suposta violação das regras fiscais, classificando o questionamento como uma “forçação de barra”.
Durigan afirmou que o governo cumpre os compromissos fiscais, citando bloqueios orçamentários e o cumprimento da meta fiscal. Segundo o ministro, o arcabouço garante previsibilidade e segurança para a economia brasileira, sendo essencial para atrair capital privado. Ele declarou que o Brasil deve ser um “porto seguro de um mundo que projeta muita incerteza”.
O ministro declarou que o governo seguirá melhorando o cenário fiscal, mantendo a expectativa de atingir superávit primário de 0,5% do PIB em 2027. Durigan explicou que o ajuste fiscal é necessário para fortalecer a estabilidade econômica. Ele também comentou que a administração federal não ampliou programas sociais e que, de 25 projetos mapeados com potencial de impacto fiscal, apenas um foi aprovado.
Durigan disse que a dinâmica da dívida pública deve ser analisada considerando fatores econômicos amplos, e não apenas o resultado fiscal. Ele mencionou que mudanças na previdência dos servidores públicos são necessárias para auxiliar no equilíbrio das contas e na queda dos juros no país.

