A Venezuela enfrenta uma crise política complexa, marcada por disputas eleitorais e a prisão do presidente. A situação se agrava enquanto novas negociações com o chavismo iniciam em 1º de agosto, após intervenção dos Estados Unidos.
O país ainda lida com o luto pelo terremoto de 24 de junho, que resultou em mais de 5.500 mortes. Contudo, a fratura política se consolidou em 28 de julho de 2024, um evento que persiste mesmo após a intervenção dos Estados Unidos.
Após as eleições presidenciais de 2024, o presidente permaneceu no poder, apesar das denúncias de fraude apresentadas pela oposição. O líder político encontra-se detido em uma prisão de Nova York, junto à sua esposa.
Em paralelo, uma nova rodada de negociações com o chavismo teve início em 1º de agosto. Este processo ocorre após uma intervenção militar dos Estados Unidos ocorrida em janeiro, colocando a Venezuela em um novo ponto de inflexão.

