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LED facial vira febre no skincare e gera debate entre médicos

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de julho de 2026 06:00
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Dispositivos de LED facial, em formatos de máscaras, boosters e massageadores, estão em alta nas redes sociais, impulsionados pela tendência k-beauty. Os aparelhos prometem estimular colágeno e reduzir inflamações na pele. Médicos atestam o respaldo científico da ledterapia, mas alertam sobre a necessidade de cautela com a qualidade dos produtos no mercado.

A dermatologista Juliana Neiva confirmou o respaldo científico da ledterapia, também conhecida como fototerapia. Contudo, a médica ressalta a preocupação com a qualidade e a potência das fontes de luz, visando evitar irritações ou queimaduras em peles sensíveis. Segundo ela, o uso desses dispositivos deve ser considerado um complemento, e não um tratamento definitivo.

A cor do LED determina a função do aparelho, conforme explica a dermatologista Katleen da Cruz Conceição, do Grupo Paula Bellotti. Ela afirmou que o LED vermelho auxilia na cicatrização e no estímulo de colágeno, enquanto o azul foca no controle de lesões inflamatórias e acne. O infravermelho é usado para reduzir inflamação e reparar tecidos.

No setor comercial, a marca Lalume, de Bruna Brunetta, utiliza a máscara de LED como produto principal. A máscara custa R$ 2.889, possui 220 pontos de luz e tem indicação de uso de dez minutos, até duas vezes ao dia. A empresária revelou que a receita da empresa cresceu 98% ao comparar os primeiros seis meses de 2025 com os de 2026.

TAGGED:belezacosméticosk-beautyled-facialSkincareTecnologia
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