Os contratos de mini-índice (WINQ26) fecharam em 24 de julho com queda de 1,87%, atingindo 174.700 pontos. O Ibovespa também caiu 1,52%, aos 174.041,95 pontos, pressionado por novas tarifas dos Estados Unidos. A análise técnica aponta pontos de suporte e resistência para os próximos pregões.
A baixa no índice é reforçada pela queda de ações de empresas como Vale e Petrobras, além dos grandes bancos. Embora a baixa dos juros futuros tenha oferecido algum alívio, a decisão do Federal Reserve na quarta-feira é vista como um potencial fator de volatilidade para o mercado.
Em análise de 15 minutos, o índice fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a pressão vendedora. Para que a queda se intensifique, é necessário romper o suporte em 174.245/173.500 pontos, com alvos de baixa estendidos até 172.000/171.400 pontos. Uma recuperação depende da força compradora superar a resistência de 175.240/175.495 pontos.
No gráfico diário, o movimento negativo amplia a cautela. Para retomar a alta, o ativo precisa superar a faixa de resistência formada por 175.940/179.220/180.670 pontos. Em contrapartida, a continuidade da queda exige a perda do suporte em 173.500/172.000 pontos, podendo levar o contrato a 170.210/169.090 pontos.

