O ministro da Fazenda, Dario Durigan, definiu a redução de gastos obrigatórios, o endurecimento do arcabouço fiscal e a modernização do Estado como os próximos passos da agenda econômica do país. Ele afirmou que a queda da taxa básica de juros pode gerar um “boom” de investimentos no Brasil.
Durigan explicou que é necessário dar um sinal de credibilidade ao mercado, o que implica manter ou endurecer a regra de gastos do arcabouço fiscal. O ministro defendeu a simplificação estatal, citando a necessidade de unificar notas fiscais na nova reforma tributária para que o Estado seja uma solução útil e não um estorvo.
O ministro avaliou que o governo deve transformar regras internas para controlar as contas públicas. Caso contrário, ele disse que o presidente aumentará despesas não discricionárias. Durigan também garantiu que a situação fiscal do país no próximo governo será melhor que a encontrada por ele e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Sobre os desafios, Durigan apontou que, apesar de taxas de juros elevadas e endividamento, não há recessão projetada. Ele afirmou que o Congresso Nacional havia travado projetos importantes, e que o Orçamento de 2027 será enviado sem surpresas, seguindo os limites fiscais.

