Romeu Zema foi oficializado como candidato do Novo à Presidência da República em Brasília. O ex-governador de Minas Gerais defendeu um programa de privatizações abrangente e a revisão de programas sociais como prioridades de um eventual governo.
Em conversa com a imprensa, Zema afirmou que pretende ampliar o programa de desestatizações, declarando que “a ideia é privatizar tudo, não tem vaca sagrada”. Ele defendeu que, com transparência, as empresas públicas valorizarão após a eleição de um empresário competente.
Além das privatizações, o candidato reiterou a necessidade de uma nova reforma da Previdência e de uma reforma administrativa. Segundo Zema, o crescimento da expectativa de vida exige mudanças no sistema, e ele mencionou a revisão de programas sociais devido a fraudes.
O candidato também manifestou apoio ao impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Zema criticou as ações dos ministros, alegando envolvimento com um empresário. Ele classificou as emendas parlamentares como o “mal que acomete o Brasil hoje” e prometeu combater a corrupção.

