A TIM registrou lucro líquido normalizado de R$ 1,036 bilhão no segundo trimestre de 2026. O resultado, que representa alta de 6,2% em relação ao ano anterior, foi impulsionado pelo crescimento das receitas de serviços móveis e de banda larga fixa, segundo a companhia.
A receita líquida da operadora avançou 5,5% no trimestre, totalizando R$ 6,965 bilhões. O Ebitda normalizado subiu 7%, chegando a R$ 3,586 bilhões, elevando a margem Ebitda para 51,5%. Os custos operacionais normalizados cresceram 4%, ficando em R$ 3,380 bilhões, um ritmo menor que a expansão da receita.
No segmento móvel, a receita atingiu R$ 6,369 bilhões. O pós-pago cresceu 5,8%, apoiado pelo aumento da base de clientes para 33,6 milhões. Já no pré-pago, a receita caiu 6,9%, reflexo da migração de usuários para planos de maior valor agregado.
O negócio fixo cresceu 27%, alcançando R$ 416 milhões, devido à expansão da banda larga ultrafibra, que somou 899 mil assinantes. A operadora também consolidou integralmente os números da empresa de tecnologia V8.Tech. Contudo, a provisão para devedores duvidosos subiu 38%, para R$ 264 milhões, devido a atrasos de pagamentos.


