Medidas de crédito subsidiado e pagamentos futuros concedidos pelo governo somaram 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), ou R$ 150 bilhões, entre abril e junho. A análise, feita por um economista, aponta agravamento da crise fiscal do país.
O estudo, realizado pela consultoria Global Intelligence and Analytics, indica que o volume de gastos eleitoreiros cresceu significativamente. No primeiro trimestre, o total era de 2,19% do PIB, valor inferior à metade do registrado no período de abril a junho.
A deterioração fiscal foi de 5,3 pontos percentuais quando comparada ao ciclo eleitoral de 2022. O economista Alexandre Manoel, da consultoria, apresentou os dados que quantificam o impacto dessas ações.

