A Polícia Penal do Estado de São Paulo negou nesta terça-feira (28) que a acusada tenha violado sua tornozeleira eletrônica ou as condições da prisão domiciliar. O esclarecimento ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar informações sobre a falta de sinal do dispositivo.
O magistrado havia pedido, na sexta-feira (23), que o núcleo de monitoramento de pessoas da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAC-SP) explicasse o ocorrido em até cinco dias. O pedido visava determinar se o episódio se deu por “falha operacional” ou por “efetiva violação de medida cautelar”.
Segundo a análise técnica dos eventos registrados, não foi identificada qualquer violação das condições impostas judicialmente. A Polícia Penal informou que os registros de ausência de sinal foram decorrentes de oscilações do sinal de GNSS.

