Roberto Mancini foi nomeado técnico da seleção italiana para liderar a reconstrução do time, que vive crise após ficar fora de três Copas do Mundo consecutivas. O retorno ocorre sob críticas, especialmente após ele pedir demissão em 2023 para aceitar proposta da Arábia Saudita.
A segunda passagem de Mancini pela Azzurra inicia longe da unanimidade. O treinador convive com questionamentos sobre sua saída em 2023, momento em que ele se desligou poucos dias antes de compromissos oficiais para aceitar uma oferta milionária da Arábia Saudita. O ex-treinador Fabio Capello condenou a decisão, afirmando que “o que fez foi muito grave”.
Na primeira gestão, Mancini conquistou a Eurocopa de 2021, após a seleção atingir uma sequência histórica de 37 partidas invictas. Contudo, o prestígio sofreu um revés em março de 2022, quando a equipe foi eliminada da Copa do Mundo do Catar. Apesar disso, a Federação Italiana mantém a confiança no treinador.
O presidente da FIGC, Giovanni Malagò, confirmou que o projeto de Mancini deve focar na integração de jovens talentos, estratégia utilizada na primeira passagem. A expectativa é repetir esse modelo para formar a base da equipe que disputará as Eliminatórias da Eurocopa de 2028 e a Copa do Mundo de 2030.


